Após suspender edital de R$ 150 mi, ministro diz que relançará medida

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da cassino online: Uma das frentes de financiamento do Ministério do Esporte a atletas de alto rendimento no período pós-Jogos Rio-2016 está ameaçada. O novo ministro da pasta, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), suspendeu no dia 1º deste mês um edital de R$ 150 milhões de apoio ao esporte olímpico, lançado pela presidente afastada Dilma Rousseff.

Em entrevista ao LANCE!, Picciani alegou ter tomado a decisão para “avaliar” melhor o seu conteúdo, ao lado do novo Secretário de Alto Rendimento da pasta, o ex-nadador Luiz Lima. Ele afirma que a chamada pública será relançada com possíveis alterações, mas não deu maiores detalhes. A suspensão foi revelada nesta terça-feira pelo portal Uol.

– Suspendi para avaliar, uma vez que a medida foi publicada algumas horas antes de eu assumir o ministério. Vou conversar na próxima semana com o secretário Luiz Lima para debatermos se faremos modificações – disse Picciani, em referência à decisão publicada pelo governo Dilma em 11 de maio no Diário Oficial da União, um dia antes da aprovação do impeachment.

O edital é destinado à seleção de propostas de apoio financeiro a projetos relacionados ao desenvolvimento do esporte. Com ele, confederações poderiam se candidatar a receber recursos, tanto voltados ao pagamento de despesas do atual ciclo olímpico quanto para financiar a preparação de atletas visando aos Jogos de Tóquio (JAP), em 2020.

A decisão pegou de surpresa algumas das principais entidades do esporte olímpico no Brasil, como a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Diante das críticas, o ministro afirmou que elas serão ouvidas na formulação do novo edital:

– Nós temos toda a intenção de dialogar e conversaremos com todas as confederações – falou Picciani, que substituiu Ricardo Leyser a menos de três meses da Rio-2016.

Já de acordo com a assessoria do ministério, a suspensão do edital “está em conformidade com a decisão já anunciada pelo ministro de reavaliar contratos e atos administrativos da pasta”. Disse ainda que ela “não afeta a preparação dos atletas para os Jogos Rio-2016”.

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